Um curto circuito pode ter gerado o incêndio que mobilizou 17 bombeiros militares e cinco viaturas para a extinção

Incêndio em processadora de alimentos em Araguaína teve combate de sete horas pelos bombeiros militares

Dezessete bombeiros militares e cinco viaturas especializadas foram mobilizados nesta quarta-feira, 14, para extinguir incêndio numa processadora de alimentos, na zona rural de Araguaína, no norte do Estado. A ação durou mais de sete horas.

As equipes foram acionadas às 06h21 da manhã, e os trabalhos só foram concluídos às 13h14, na empresa Gelnex, que está localizada na TO – 222, após o Povoado Barra da Grota.

Um funcionário avistou um foco de incêndio no térreo, na parte interna de uma das câmaras onde é feita a secagem de gelatina. Isso teria sido às 05h30, e um brigadista da empresa até tentou controlar as chamas usando extintor, mas não obteve êxito.

Assim que chegaram ao pátio da empresa, as equipes foram informadas de que o incêndio estava concentrado em um corredor onde ficam as válvulas e fiações elétricas dos quadros de energia das câmaras. Os bombeiros militares avaliaram a situação, concluindo que o calor teria sido transmitido por convecção (massas de ar quente em movimento) para o pavimento superior, onde está localizado o teto dos secadores.

Os militares assumiram as ações, montando um posto de controle e, imediatamente, iniciaram a execução do plano de combate, com uso de vários métodos de combate, dentre eles, jatos compactos, neblinados e também com resfriamento e abafamento. O fogo foi confinado e possibilitou que as chamas fossem extintas.

Entretanto, foram necessárias mais de sete horas de trabalho. Em determinado momento, para o arejamento do interior da empresa e exaurir a fumaça, foi necessária a abertura do telhado, com a retirada de algumas telhas. A conclusão se deu com o rescaldo, o resfriamento das brasas, para a conclusão total dos trabalhos.

Incêndio em processadora de alimentos em Araguaína teve combate de sete horas pelos bombeiros militares

Tanto os bombeiros militares, quanto técnicos de segurança da empresa, realizaram inspeção para avaliar os riscos na estrutura atingida pelas chamas, constando que não havia mais chamas e nem foco de incêndio.

A equipe também orientou a empresa a manter energia desligada e chamar um técnico para verificar a fiação elétrica, possíveis danos e reparos na instalação antes de ligar tudo novamente.

Luiz Henrique Machado/Governo do Tocantins


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